Ronaldo Gomlevsky

Ronaldo Gomlevisck

 

Ronaldo Gomlevsky é carioca , alucinadamente rubronegro, empresário, advogado, jornalista, editor da Revista Menorah, do jornal eletrônico Menorah Rapidinhas, âncora do programa televisivo semanal de entrevistas e debates, Menorah na TV no ar pelos canais 14 Net-Rio e 13 Net- São Paulo e apresentador, além de motivador, do programa diário de debates, no ar pela Rádio Manchete, Confronto- Manchete. Tem 63 anos bem vividos, com quatro filhos, entusiasta da equitação de longa distância e aficionado de intensas e constantes caminhadas.

Sempre envolvido em política e serviços, começou ainda adolescente, aos 11 anos de idade, sua carreira de voluntário na ação social judaica carioca. Foi Diretor do departamento infantil da Hebraica(1962); Diretor de juventude do Clube Israelita Brasileiro CIB (1972); Diretor do departamento de cultura do CIB (1976); Conselheiro da Hebraica (1976); Conselheiro do CIB (desde 1970).

Em 1970 iniciou seu trabalho na FIERJ, Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro (órgão que congrega todas as instituições judaicas existentes no Estado do Rio de Janeiro), quando , após ter sido eleito o quarto conselheiro mais votado, foi convidado para ocupar a posição de Secretário Geral do Conselho Deliberativo da FIERJ, órgão máximo do grande guarda-chuva institucional judaico do Estado do Rio de Janeiro. Em 1980, foi empossado na função de Diretor da Juventude Judaica e em 1982, eleito Vice-Presidente da Comunidade Judaica na gestão de Paulo Goldrach, na qual foi em 1983 Presidente em exercício. No ano de 1984 a Comunidade Judaica do Rio de Janeiro, de forma inédita em todo o mundo e em especial no Brasil, além de histórica, promoveu eleições diretas para eleger seu presidente. Ronaldo Gomlevsky, foi então, o primeiro presidente eleito em todo o mundo judeu, com 73% dos votos. Na presidência da FIERJ, cumpriu três mandatos alternados (84-86,86-88,92-94). Em 2002 foi eleito presidente do Egrégio Conselho Deliberativo da Fierj, completando então seu quinto mandato à frente dos destinos da comunidade judaica do estado do Rio de Janeiro.

Sua principal característica na presidência da FIERJ foi o dinamismo que empreendeu aos seus mandatos, não se limitando à representatividade da comunidade em eventos oficiais mas, sobretudo, transformando a Federação num organismo vivo gerador de fatos sociais, políticos, comunitários e jornalísticos. Sua atuação sempre objetivou a eliminação do preconceito de etnia, cor, religião, opção sexual, sexo e pensamento político ou ideológico, além de ter se pautado pelo estímulo relativo à convivência dos judeus e não-judeus, respeitosa, equilibradamente e de igual para igual.

Para isso envolveu o estado e seu povo nas comemorações do ano novo judaico, fazendo afixar out-doors judaicos que pela primeira vez compartilhavam uma festividade judaica com a população; criou jornal, programas de rádio e de televisão comunitários onde discutiu amplamente as questões de sua comunidade; em 1988 celebrou contra o nazismo, transformando os Arcos da Lapa num grande cinema ao ar livre com mais de cinco mil espectadores, o aniversário do Levante do Gueto de Varsóvia, sem medo de censura, preconceitos ou agressões. E em 1983, criou o Seminário Israel que, num esforço financeiro da comunidade judaica do Rio, levava grupos de formadores de opinião ao Oriente Médio com a finalidade de oferecer uma visão clara e realista da região aos brasileiros. Participaram destes grupos, entre outros, Moreira Franco, Saturnino Braga, Chico Alencar, Lucélia Santos, Ziraldo, Benedita da Silva, Técio Lins e Silva, Glória Maria, Leilane Neubarth, Milton Gonçalves, Abdias Nascimento, Jurema Batista, Dayse Lucidi, Silvia Popovic, Januário Garcia, Francisco Horta e dezenas de outros.
A necessidade de ampliar seu trabalho fez com que Ronaldo Gomlevsky buscasse a política partidária. Elege-se vereador à Câmara Municipal do Rio de Janeiro em 1988, como o décimo mais votado. Aprova mais de 40 leis e emendas importantes para o desenvolvimento do município. Com destacada atuação legislativa, Ronaldo aplica sua experiência comunitária e projeta, fazendo aprovar, por unanimidade a lei Pró-favela (lei 1421), sancionada pelo então Prefeito Marcello Alencar e que recebeu de Cesar Maia, depois que a recebeu de Gomlevsky, o apelido de Favela-Bairro. Para sua comunidade de origem, aprova a lei que transforma o Pessach, Rosh Hashaná e o Iom Kipur (lei 1410), as festas judaicas, em feriados municipais para o funcionalismo público. Aprova também a lei que proíbe propaganda nazista (1425), a primeira e única em todo o mundo a proibir esta propaganda, hoje, na Constituição Federal e que ele mesmo aplicou em agosto de 1998 ao realizar a apreensão de livros nazistas na 8ª Bienal do Livro, no Riocentro, alcançando destaque nos principais meios de comunicação do país e do mundo. Foi líder do PL na Câmara Municipal e presidente da Comissão de Finanças da Câmara.

Presidente da Associação Brasileira de Dragagem e da Associação Latino-Americana de Dragagem, de 1984 a 1986; Ronaldo Gomlevsky também é um entusiasmado defensor do Turismo como gerador de emprego e propulsor do desenvolvimento econômico, social e cultural.
Em 25 de agosto de 2002, Ronaldo Gomlevsky, elege-se conselheiro da Fierj, ficando em 1º lugar com uma esmagadora votação, chegando perto dos 60% dos votos válidos e com uma diferença sobre o 2º colocado equivalente a 65% do número de votos. Como consequência desta expressiva votação, Gomlevsky é eleito Presidente do Conselho Deliberativo da Federação Israelita do Estado do Rio de Janeiro, cargo de maior representatividade da comunidade judaica do Rio de Janeiro.

Foi vice-presidente do Clube de Regatas do Flamengo, vereador no Rio de Janeiro e também candidato a deputado estadual e federal.
Afastado da política partidária, disputou eleições para a presidência do Clube de Regatas do Flamengo contra Marcio Braga. Apesar de ter obtido um resultado considerado excelente pelos críticos e por quem conhece a história das eleições do clube, não venceu mas continua membro do Conselho deliberativo do clube da Gávea

Longe da política, nesse momento, como jornalista preocupa-se com as questões mais palpitantes do Brasil e do Rio de Janeiro.
Em 2000, passou a editar Menorah, a mais antiga revista mensal do mundo judeu em circulação, com 51 anos de existência, reformulando completamente seu conteúdo e forma, modernizando-a, introduzindo temas polêmicos e tornando-a um produto comercialmente atraente.
A nova face editorial da Menorah trouxe ainda a obrigação de expandir midiáticamente, seus horizontes. Foi quando Ronaldo passou a editar números especiais produzidos no exterior, semestralmente, com fotos inéditas próprias, entrevistas e textos obtidos através da constatação da realidade das Comunidades Judaicas nos mais diversos países dos quatro continentes.

Menorah, através de Ronaldo Gomlevsky, tem visitado os quatro cantos do universo: Marrocos, Egito, Grécia, Turquia, Espanha, Portugal, Argentina, Uruguai, Paraguai,Rússia, Ucrânia, Cuba, Itália, África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, Holanda, Alemanha, Inglaterra, França, Japão, China, Escócia, Bélgica e Israel. Gomlevsky fotografa pessoalmente suas instituições judaicas e seus judeus. Além disso, num profundo mergulho no Brasil judaico produziu uma edição especial sobre todas as 15 comunidades judaicas brasileiras, do Amazonas ao Rio Grande do Sul. Esse projeto continua em vigor, e se manifesta em Pessach (pascoa) e Rosh Hashaná ( ano novo judaico) todos os anos.
Personalidades, também foram entrevistadas por Menorah. E algumas das mais fascinantes, conforme relata Ronaldo, ele encontrou nas figuras do primeiro-ministro de Israel, Ariel Sharon, de Pelé, do Prefeito do Rio de janeiro Eduardo Paes e, inegavelmente de João Havelange.
Menorah acrescentou já há seis anos, uma programação televisiva à sua grade, no canal 14 da NET-Rio e no 13 da Net- São Paulo.
Em 2006, Menorah alcança a internet com o jornal eletrônico Menorah Rapidinhas e passa a se comunicar com mais de cem mil leitores por semana. Dez notas a cada edição, recheadas com fotografias, emolduradas por um editorial que aborda o assunto mais candente do momento no mundo ou no Brasil, enviados para um amplo mailing ou que podem ser acessadas através de nosso site.

Ronaldo Gomlevsky inicia em julho de 2010 a apresentação do programa de rádio Confronto, apresentando diariamente, um tema polêmico com convidados e a participação ao vivo dos ouvintes. Pena de morte, drogas, cotas raciais e traição, assim como política religião e futebol, exatamente o que muitos dizem que não se deve debater, congestionam as linhas da rádio Manchete.
Em novembro de 2011 Ronaldo publica seu segundo livro de contos e crônicas, “Rapidinhas Rapidamente” .

Ronaldo diz:
“Ser judeu, para mim, é uma condição normal da minha existência. Por isso nem sinto orgulho e muito menos vergonha. Ser chamado de judeu, no meu caso, é como ser chamado de Ronaldo Gomlevsky.”

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